From then on
2021-2022
"The Crypt" Exhibition view at DUPLEX Air
The Crypt
Exposição pop-up individual na Duplex AIR, durante o Lisbon Art Weekend 2022, curadoria de Isabel Cassey
Crypt: uma câmara subterrânea ou abóbada (normalmente sob uma igreja) usada como local de sepultamento, capela ou para guardar relíquias e outros itens sagrados. Origem - do grego kruptos, que significa «escondido».
The Crypt é um projeto que reúne o trabalho de Juliana Matsumura num espaço subterrâneo - ambíguo, mas autoritário - revelando e criando harmonias e dissonâncias entre as obras e o local. Regidas pelo processo, as monotipias aqui apresentadas surgiram da compressão contínua da prensa de gravura. Através de um processo complexo e experimental de camadas, diferentes tipos de papel, tecidos, plásticos e materiais naturais são reunidos, contidos numa única superfície. As imagens resultantes contêm uma combinação sedutora de profundidade, camadas e textura, sendo simultaneamente objetos táteis e janelas visuais. As qualidades formais do trabalho remetem para um interesse pela natureza e pela espiritualidade, abraçando a transformação e rejeitando significados fixos. Círculos definidos pulsam para dentro e para fora, suavemente rompidos por camadas de linhas, formas e texturas orgânicas. Estão em constante mudança, em constante evolução, escapando aos limites da representação concreta. Nas suas próprias palavras, «o meu trabalho não é sobre representar algo, mas revelar o que está oculto». Como intermediária no processo, a prensa de gravura estabelece o acaso e a surpresa como condutores necessários na criação da obra. O inesperado é abraçado, permitindo que os materiais sugiram formas por si mesmos. As obras resultantes podem ser melhor descritas como meditações alquímicas, conjuradas a partir de um processo técnico experimental e inovador, há uma magia na forma como as imagens ganham vida. O ocultamento e a revelação trabalham em conjunto.
Isabel Cassey
(trad. Juliana Matsumura do Inglês)
Exposição pop-up individual na Duplex AIR, durante o Lisbon Art Weekend 2022, curadoria de Isabel Cassey
Crypt: uma câmara subterrânea ou abóbada (normalmente sob uma igreja) usada como local de sepultamento, capela ou para guardar relíquias e outros itens sagrados. Origem - do grego kruptos, que significa «escondido».
The Crypt é um projeto que reúne o trabalho de Juliana Matsumura num espaço subterrâneo - ambíguo, mas autoritário - revelando e criando harmonias e dissonâncias entre as obras e o local. Regidas pelo processo, as monotipias aqui apresentadas surgiram da compressão contínua da prensa de gravura. Através de um processo complexo e experimental de camadas, diferentes tipos de papel, tecidos, plásticos e materiais naturais são reunidos, contidos numa única superfície. As imagens resultantes contêm uma combinação sedutora de profundidade, camadas e textura, sendo simultaneamente objetos táteis e janelas visuais. As qualidades formais do trabalho remetem para um interesse pela natureza e pela espiritualidade, abraçando a transformação e rejeitando significados fixos. Círculos definidos pulsam para dentro e para fora, suavemente rompidos por camadas de linhas, formas e texturas orgânicas. Estão em constante mudança, em constante evolução, escapando aos limites da representação concreta. Nas suas próprias palavras, «o meu trabalho não é sobre representar algo, mas revelar o que está oculto». Como intermediária no processo, a prensa de gravura estabelece o acaso e a surpresa como condutores necessários na criação da obra. O inesperado é abraçado, permitindo que os materiais sugiram formas por si mesmos. As obras resultantes podem ser melhor descritas como meditações alquímicas, conjuradas a partir de um processo técnico experimental e inovador, há uma magia na forma como as imagens ganham vida. O ocultamento e a revelação trabalham em conjunto.
Isabel Cassey
(trad. Juliana Matsumura do Inglês)